A morte de Fehér volta a estar em destaque no diário "Marca", que
hoje faz manchete com uma entrevista a José António Camacho, ilustrada com
uma foto do técnico do Benfica a chorar a morte do jogador húngaro.
Camacho descreve a morte de Fehér como "o mais difícil" que passou em toda a
sua carreira, referindo que em Guimarães, com Fehér caído no relvado, chorou
de "raiva e impotência".
"Fehér estava ali no chão e via que não se podia fazer nada, que se ia",
comenta o técnico espanhol a propósito desse sentimento de raiva e
impotência.
"Quando vemos uma tragédia como esta pela televisão, por exemplo a de Foé,
pensamos no terrível que isso é, mas quando o sentimos na tua carne é
incrível. É duríssimo, o mais forte que passei no futebol", explica.
Camacho adianta que tudo foi feito para evitar a morte de Fehér. “Não faltou
nada. Todos acturam bem e o mais rápido possível. Se não se pôde salvá-lo é
porque não havia remédio. Há polémica, mas não faz qualquer sentido. "